Clausura
Um corpete estrangula-me,
aperta, tal a dor do amor,
dói sem razão,
arde de paixão.
Tão contraída me encontro,
como no primeiro encontro,
da expectativa do que virá,
desejando um sorriso no amanhã.
Sentimento enclausurado é enorme,
quanto o é de liberdade disforme,
embrenhada na plataforma social,
rodeada pela mentira facial,
que emana do meu rosto,
dorido pelo sorriso posto,
na artificialidade elaborado,
num lado esquerdo magoado.
Já não há motivo para tal prisão!
Contrariamente ao que diz a razão,
que teimosa encarcera o coração,
numa dor persistente,
num recolhimento insistente.
aperta, tal a dor do amor,
dói sem razão,
arde de paixão.
Tão contraída me encontro,
como no primeiro encontro,
da expectativa do que virá,
desejando um sorriso no amanhã.
Sentimento enclausurado é enorme,
quanto o é de liberdade disforme,
embrenhada na plataforma social,
rodeada pela mentira facial,
que emana do meu rosto,
dorido pelo sorriso posto,
na artificialidade elaborado,
num lado esquerdo magoado.
Já não há motivo para tal prisão!
Contrariamente ao que diz a razão,
que teimosa encarcera o coração,
numa dor persistente,
num recolhimento insistente.
"A actividade vence o frio. A quietude vence o calor."
Lao Tsé (século VI a.c.)
6 Comments:
Se já não há motivo para tal prisão, mostra-te. Diz quem tu és. Livra-te da clausura e ao amor também.
beijos doces
Liberta os sentimentos. Deixa-os fluirem ...
Beijito.
Não há quaisquer motivos, mesmo, para as prisões.
Fica bem,
Miguel
oh carla, razões são palavras, leva-as o vento... clausuras, nem no amor...
não há motivos!
beijinhos
Bem te entendo! Às vezes, é essa a sensação que me dá a paixão, de estar presa pelo sentimento ou pensamento.
* Abraços!
De quem está atento à tua escrita,um sorriso bem amplo
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