Folha em branco
As palavras não conseguem sair da folha em branco que é a minh’alma.
Repleta de letras que se amontoam
e lutam por se conjugarem no sentido de algum sentido fazer!
Onde a inexistência de coordenadas é patente,
na amálgama de emoções incoerentes.
Terão as emoções, algum sentido?!
Porque queremos nós dar-lhe forma,
se surgem a seu bel-prazer, alimentadas pela mente?!
Há palavras que se amontoam!
Não querem sair da folha em branco,
preferem ficar fechadas no breve espaço,
entre a mente e o coração, atordoadas.
Se a vibração das partículas atmosféricas as transformar em som,
à minha volta formar-se-á uma grande agitação!
Repleta de letras que se amontoam
e lutam por se conjugarem no sentido de algum sentido fazer!
Onde a inexistência de coordenadas é patente,
na amálgama de emoções incoerentes.
Terão as emoções, algum sentido?!
Porque queremos nós dar-lhe forma,
se surgem a seu bel-prazer, alimentadas pela mente?!
Há palavras que se amontoam!
Não querem sair da folha em branco,
preferem ficar fechadas no breve espaço,
entre a mente e o coração, atordoadas.
Se a vibração das partículas atmosféricas as transformar em som,
à minha volta formar-se-á uma grande agitação!
"A vida não é a que se viveu, mas a que se tem na lembrança da maneira como é recordada para se contar." Gabriel Garcia Márquez